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domingo, 22 de março de 2015

Primavera e Esplendor na Relva


Apesar de a luminosidade outrora tão brilhante 
Estar agora para sempre afastada do meu olhar,
 Ainda que nada possa devolver o momento 
Do esplendor na relva, da glória na flor,
 Não nos lamentaremos, inspirados no que fica para trás; 
Na empatia primordial que tendo sido sempre será;
 Nos suaves pensamentos que nascem do sofrimento humano; 
Na fé que supera a morte,
 Nos tempos que anunciam o espírito filosófico.
William Wordsworth


quinta-feira, 5 de março de 2015

A DOR DA PERDA


Perder alguém que gostávamos, por razões diversas, quer por vínculos familiares, amorosos ou fraternos, é algo de dimensão incalculável.
 Nem todo mundo consegue entender esse fato lamentável com facilidade, principalmente quando o desencarne ocorre de uma maneira abrupta, inesperada.
 É a saudade incomensurável que martiriza o peito.
 É a triste certeza de que aquele ente querido não mais se juntará a nós, pelo menos não naquela vida terrena. 
Perdas sempre irão existir. 
Passagens sempre irão acontecer.
 Mas não morremos.
 O espírito é eterno.
 O que se desfaz é a massa corpórea de que somos possuidores.
 Um invólucro espiritual temporário com data curta de validade. 
As religiões vêem essas passagens de maneiras diversas. 
Não quero aqui entrar nessa seara. Fé, entendimento, cada um deve ter o seu. 
Não devemos nos arvorar donos da verdade.
 Apenas tenho meu ponto de vista à luz da Doutrina Espírita, sem no entanto desqualificar as outras religiões, até porque, todas levam ao mesmo fim. DEUS.
 Inclusive o islamismo, a quem seus seguidores o chamam de ALÁ. 
Bem diz o Padre Fábio de Melo: " A saudade eterniza a presença de quem se foi. 
Com o tempo essa dor se aquieta, se transforma em silêncio na esperança do reencontro ".
 (Helder Campos)

Boa Noite

LOW



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Escolhas


Ainda que teu passado tenha marcas 
teu futuro está intacto
 e só depende de suas escolhas
Feliz Semana
LOW


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Bom Dia


"Eu sou um ser totalmente passional. 
Sou movida pela emoção, pela paixão, tenho meus desatinos.
 Detesto coisas mais ou menos.
 Não sei conviver com pessoas mais ou menos.
 Não sei amar mais ou menos.
 Não me entrego de forma mais ou menos.
 Se você procura alguém coerente, sensata, politicamente correta, racional,
 cheia de moralismo:
 Esqueça-me!
 Se você sabe conviver com pessoas intempestivas,
 emotivas, vulneráveis, amáveis, que explodem na emoção: 

Acolha-me!"

 Clarice Lispector

 Bom Dia

 LOW


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Um pacto com a verdade


Pode-se dizer que, na infância, fui uma menina fechada.
Não excessivamente introvertida, mas na minha.
Não falava muito sobre o que sentia e pensava.
Ficava matutando com meus botões apenas, ou colocava tudo num diário que era protegido por um cadeado.
 Dá para acreditar, nos dias que correm, que já existiu quem trancafiasse sua intimidade a chave?
Os diários eram nossos cintos de castidade mental.
 Não estou exaltando os velhos tempos: ser tão ensimesmada não me rendeu grande coisa na época. O.k., desenvolveu minha introspecção, que é importante para quem escreve, mas retardou meu encontro com os outros
 – um encontro que só se dá plenamente quando somos menos defensivos.
 O que fica secreto não chega a ser uma mentira, mas é algo que não ventila, não dialoga, não evolui, mantém-se estático na sua inutilidade, mofando, criando teias e envelhecendo sem nunca ter sido confrontado.
Não acho que tenhamos que nos expor indiscriminadamente, isso é uma ansiedade quase doentia. Mas nem por isso defendo uma sociedade de caramujos.
 A transparência dos nossos pensamentos e sentimentos é o único meio de estabelecermos conexões fortes e de avançarmos, tanto pessoal quanto socialmente.
 É muito difícil se relacionar com quem não se entrega, não assume suas fragilidades, não deixa cair a máscara.
Não só difícil, como perigoso.
 E chego ao voto secreto, essa aberração política que impede que conheçamos de fato nossos representantes e que permite indecências cujo maior colaborador é o silêncio.
 O silêncio é o principal aliado do mais grave problema do Brasil, a impunidade.
Não só o silêncio que mantém os direitos políticos de um ladrão sentenciado, mas o silêncio de mulheres que mantêm a impunidade dos familiares que as violentam, o silêncio de cidadãos que testemunham crimes e não os denunciam, o silêncio que sustenta farsas, pessoas de duas caras, relações de fachada.
 Transparência não é um comportamento fácil de adotar.
Muitos se sentem incomodados diante da exposição de seus erros, constrangidos por falhar, humilhados por não ter acertado.
Só que nada disso nos desonra, ao contrário.
A transparência nos humaniza, nos refina e nos torna melhores – vale para pessoas, para cidades, para nações.

 Bom Dia

 LOW

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Desmediocrize sua vida



Desmediocrize sua vida. 
Procure seus "desaparecidos", resgate afetos. 
Aprenda com quem tiver algo a ensinar, e ensine algo àqueles que estão engessados em suas teses de certo e errado. 
Troque experiências, troque risadas, troque carícias. 
Não é preciso chegar num momento-limite para se dar conta disso. 
O enfrentamento das pequenas mortes que nos acontecem em vida já é o empurrão necessário. 
Morremos um pouco todos os dias, e todos os dias devemos procurar um final bonito antes de partir. 
 Martha Medeiros 
 Bom Dia 
 Low


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Boa Semana


“Meu coração tem asas, minha razão anda a pé!”

 ―Fernanda Mello 

 Boa Semana

 beijos

 LOW

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Enfeitar a amargura


"Eu sempre digo que eu posso ter uma solidão medonha, 
mas sempre vai haver um vasinho de flores num canto.
 A gente pode enfeitar a amargura" 

Caio Fernando Abreu 

 Bom Dia

 Low


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Bom Dia


Quando a situação for boa, desfrute-a. 
Quando a situação for ruim, transforme-a. 
Quando a situação não puder ser transformada, transforme-se.

 Viktor Frank

 Bom Dia

 Low



quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O amor nunca morre de morte natural




O amor nunca morre de morte natural. 
Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte.
 Morre de cegueira e dos erros e das traições. 
 Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho.

 Anaïs Nin

 Low

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